segunda-feira, 16 de abril de 2018

A IGREJA MATRIZ DE ITAPAJÉ
(QUEDA DE SUA TORRE E RECONSTRUÇÃO)





Igreja Matriz - Década de 1950

Igreja Matriz - Década de 1950

Igreja Matriz - Década de 1990

Igreja Matriz - 2012

A IGREJA MATRIZ DE ITAPAJÉ
(QUEDA DE SUA TORRE E RECONSTRUÇÃO)

Quando efetuado o Censo de 1857/58, o município de Santa Cruz contava com uma população de 5.968 habitantes livres e 154 escravizados, perfazendo um total de 6.122 habitantes. O Vigário, o terceiro da recém-criada Paróquia era o Padre ROGÉRIO JOSÉ CAVALCANTE, de 15/08/1850 a 26/09/1879. Colado, era irmão de seu antecessor: Pe. Ernesto José Cavalcante, 2.º Vigário. Com seu longo eficiente paroquiato – 29 anos – pode-se dizer que a ele se deve o assentamento definitivo das bases sólidas desta florescente Paróquia, que jamais desmentiu o seu passado de vida cristã, guardando com carinho e altivez o rico patrimônio de sua fé.
Posteriormente, quando da transferência da sede do município para São Francisco de Uruburetama, em 20 de julho de 1859, já havia neste núcleo uma acanhada Igrejinha que passou a servir de Igreja Matriz de são Francisco de Assis, seu padroeiro.
Muito modesta e mal localizada, para servir como Matriz. Fazia-se necessário, portanto à construção de um templo mais amplo. Daí veio à idéia de se construir uma nova igreja que viria a substituir à primeira.
Assim foi feito. Iniciaram a construção do novo templo, no início de 1870. dois anos após, apenas os alicerces estavam terminados. Os trabalhos prosseguiram lentos, mas, ininterruptos, finalmente em 1878 era inaugurada a nova Igreja Matriz de São Francisco de Assis, em substituição ao antigo Templo.
A nova Igreja Matriz era espaçosa e confortável. A fachada era composta por duas torres gêmeas. Na sua parte central formava-se uma cruz. Sobre essas torres existiam duas peças de metal, estilizadas em forma de dois galos.
Sabemos que uma das torres veio a desmoronar, 53 anos após sua construção, possivelmente por falta de manutenção. Isso ocorreu no dia 20 de abril de 1931, às 15:30 hs., sendo posteriormente, substituídas pela a fachada, com uma única torre,  medindo 36,20 metros de altura, sendo na oportunidade, reconstruído no Paroquiato do 8.º vigário, Pe. José Theógenes Gondim, (nasceu em 25/04/1904, ordenou-se em 14/08/1927. Vigário encomendado, começando o seu paroquiato em 1931), como veremos a seguir.
Antes, porém, vale lembrar que em 10 de abril de 1898, no paroquiato do Padre Philomeno do Monte Coelho, sexto vigário de São Francisco, de 15/05/1888 a 23/04/1903. Filho de Manuel José do Monte Coelho e de Maria Bernardina do Monte nasceu em Sobral em 15 de maio de 1855, ordenou-se no Maranhão em 27 de dezembro de 1881. Seu paroquiato iniciado em 1888, a Provisão que o nomeou, exonerava-o da freguesia de Sobral, (Aracatiaçu) - transferindo-o para São Francisco, é datada de 11 de setembro de 1888 – terça feira - conforme o Livro de Tombo desta Paróquia, em sua página 20V, foi transcrito pelo Pe. Carlos Antônio Barreto, do documento original assinada pelo bispo Dom Joaquim José Vieira.
O paroquiato desse sacerdote prolongou-se até 1903, quando deixou a paróquia, transferindo-se para Salvador (BA), aonde veio a falecer quase cego, em 23 de abril de 1939. Foi agraciado com o título de Camareiro Secreto do Papa. Sacerdote culto, grande orador sacro, maior realce e maiores benefícios poderia ter trazido o seu paroquiato de 15 anos, se não tivesse decorrido numa época, para essa terra, de grande agitação e insegurança política e social. Foi, no entanto, um paroquiato expressivo e eficiente. Faleceu em 23 de abril – domingo – de 1939, no estado da Bahia.
Voltemos pois, ao ano de 1898, quando foi adquirido um grande sino para nova Matriz de São Francisco de Assis. Esse sacerdote assim descreveu a bênção do novo sino, conforme Livro de Tombos da Paróquia, na página 77 assim descreve: 
“Acta da bênção solene de um novo sino para a matriz. “Aos dez dias do mez de abril do nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil oitocentos e noventa e oito, na Igreja matriz da villa de S. Francisco de Uruburetama, onde se achava o reverendo vigário Padre Philomeno do Monte Coelho, acoliatado por Francisco Adolpho de Carvalho, comigo abaixo nomeado e assignado, servindo de secretário, ahi, às nove horas da manhã, com as formalidades legaes recomendadas no Ritual Romano, procedeu-se a bênção solene de um sino, com as inscripções que se seguem: “São Francisco, Fundição Cearense Vigario  PMonte - ” - .... cuja aquisição fôra effectuada por compra na Fundição Cearense pela quantia de sessenta mil réis, inclusive despezas de accordo com a nota e recibo pela mesma fornecidas ao reverendo vigário desta freguezia e que nesse acto foram lidos para geral sciencia, visto como fora essa aquisição também com o auxílio de esmolas entre os parochiano desta freguezia.... assigna o reverendo vigário a presente acta, com seu acolycto comigo secretario ad hoc ...” 
Seguem-se diversas assinaturas: Vigário Philomeno do Monte Coelho, Francisco Adolpho de Carvalho, Nereu da Silva Gusmão, Antonio Gonçalves de Queiroz, Belarmino Severiano Bastos, Geronymo Ferreira Gomes, e diversas outras assinaturas.
O substituto de Padre Philomeno foi o Padre Catão Porfírio Sampaio, 7.º Vigário da Paróquia de São Francisco de Assis, no período de 25/10/1903 a 1930. Tomou posse como vigário encomendado, em 25 de outubro de 1903. A nomeação, transcrita no Livro de Tombo, por Manoel Jorge Vieira, escrivão da Câmara episcopal e assinada por Dom Joaquim (José Vieira), com data de 14 de outubro de 1903.  
Segundo o Livro de Assentos de Casamentos - L05, (1902 a 1913), da Paróquia São Francisco de Assis, somente no dia 11 de dezembro de 1903, consta o primeiro assento de casamento de Francisco Salles Borges e Maria da Conceição, viúva de Jerônimo Gonçalves, celebrado pelo o novo Vigário da Freguesia de São Francisco.
Em 31 de dezembro de 1904, no livro acima citado. Nele é feita as seguintes observações: 
“No correr do presente ano foram por mim Celebrados 90 casamento, sendo que doze foram de pessoas que vivam em público concubinato. Houve no correr deste anno, fructuosas Missões pregadas pelos dois missionários: Frei David e Cyrillo de Bergmam, nas quais fui auxiliado pelos meus collegas e vizinho Pes. José Raymundo, vigário de Pentecoste, José Pereira dos Santos Alencar e Joaquim Franklin Gondim, aquelle vigário de Itapipoca e este de Arraial. Foram durante este tempo das Santas Missões, administrados 3783 comunhões e confissões, e administradas perto de 4000 chrismas. São Francisco, 31 de Dezembro de 1904. vigário Padre Catão Porfírio Sampaio”.
A Provisão que nomeou Vigário Encomendado foi assinada pelo Bispo Dom Joaquim José Vieira, conforme o Livro de Assentos de Registros Pastorais, Circulares e Correspondência, na página 90. No dia 19 de março de 1906, Padre Catão recebe autorização para o “Benzimento” da Capela do Sagrado Coração de Jesus – essa capela fora à primeira Igreja Matriz de São Francisco de Uruburetama, até sua substituição pela à atual Igreja Matriz, que teve sua inauguração em 1878, bem como, da imagem do Sagrado Coração de Jesus.
Essa autorização é assinada por Dom Joaquim José Vieira. Conforme o documento em epígrafe estavam presentes e assinaram a Ata no Livro de Tombos, páginas 43V a 45, as seguintes pessoas: “Padre Catão; Bel. José Feliciano Augusto de Athayde; Joaquim Nogueira; Jose Roberto Ribeiro; Antero Severiano Bastos; José d´Araujo Chaves Filho – Adv.; Geronymo Ferreira Gomes; Raimundo Pinto Cavalcante; José Gomes Cavalcante; Miguel Fernandes Sobrinho; João Ribeiro Pessoa Montenegro; Maria Angélica de Castro; Anna Lydia Pessoa Rocha; Constância Lima Athayde, Tereza Alleluia Pessoa Fernandes; Maria Gondim; Joana Olinda Bastos; Maria Hosanna Pessoa Montenegro; Estephania Araujo; Maria Medeiro Barrozo; Josepha Rodrigues de Matos; Francisca Joventina de Matos; Maria de Salles Bastos; Francisco ?? de Araujo; Antonio Francisco Rocha; João ?? Braga; Antonio Valério Uchoa; João Francisco Barretto; Manoel Francisco de Mattos; Rufino Ferreira de Araujo; Joaquim Pereira Guimarães; José Pinto de Mesquita; Bernardo Ferreira Lima; Antonio Ferreira Castro; José Vicente da Cunha Lima; Francisco Jose de Mesquita; Francisco Manoel de Vasconcellos; Joaquim Luiz Filho; Francisco Geraldo de Andrade; Raimundo Francisco de Farias; Maria da Encarnação de Jesus; Francisco Leandro Alves; Francisco Pery; Pedro Marques de Souza; José Vidal de Negreiros; José Praxedes Brandão e Vicente de Vasconcelos”.
Nessa Ata existe, em seu final, uma nota do Padre Catão que diz: 
“Por modéstia, o major João Ribeiro Pessoa Montenegro que teve a gentileza de secretariar e escrever esta acta, omitindo seu nome como um dos incansáveis lutadores para a reconstrução da Capella hoje do Sagrado Coração de Jesus; o que consigno para em todo tempo constar. S. Francisco 22 de março de 1906 – Vigário Catão Porfírio Sampaio”.
Um fato que merece destaque foi a implantação de “Luzes Acetilênicas na Igreja Matriz, composta de 153 ´focos de Luz`. Quando falarmos sobre Padre Catão veremos todo o seu paroquiato, brevemente.
No dia 19 de abril – Domingo de 1931, o jornal O Nordeste
“informou que a 19 de abril de 1931 de­sabou a fachada da Matriz de São Francisco. Depois contou que a linda arquitetura do frontispício da igreja foi traçada pelo Dr. José Justa. A reconstrução foi feita em três meses e custou 37:000$000 (trinta e sete contos de réis). Adiantou que o relógio da torre foi ofertado pelo Cel. José Júlio de Andrade, por intermédio do Pe. José Teógenes Gondim; tendo sido fornecido pela casa Meister & Co., de Hamburgo, com corda para 8 dias e batendo de 15 em 15 minutos”
A seguir vejamos como ocorreu e foi descrito desabamento da torre da Matriz de São Francisco de Assis.
No dia 20 de abril de 1931 - Segunda Feira - 15:30 horas, Padre José Theógenes Gondim descreve: 
“QUEDA DA TORRE E FACHADA DA MATRIZ. Nesse dia aconteceu uma grande tragédia em São Francisco de Uruburetama. Caiu uma das torres da Igreja Matriz de São Francisco". 
Havia alguns dias que o novo vigário chegara em nossa cidade. Na página 187 do Livro de Tombos da Paróquia de São Francisco de Assis, na abertura sobre as atividades e efemérides do ano de 1931, Pe. Theógenes Gondim anota sua transferência de Pedra Branca, para a freguesia de São Francisco, tomando posse no dia 1º de março de 1931, assinada por Dom Manuel da Silva.
Um fato curioso é que o novo Pároco ao relatar à queda da torre da Matriz, inicia o texto como se a tragédia tenha ocorrido no mês de março, fato que ocorreu, efetivamente, no mês de abril, conforme anotação na margem esquerda da folha, retificando o mês.
Tomara posse em 1 de março e alguns dias após, testemunhou a queda da referida torre. Um dos primeiros desafios a serem enfrentados pelo novo vigário era a reconstrução da torre. Agora não mais seriam erguidas torres gêmeas, como originalmente. 
Padre José Theógenes resolve, juntamente com alguns de seus amigos e colaboradores, dentre eles: Antônio Francisco Rocha, Vicente Porfírio Sampaio, Major Francisco Montenegro – Major Fancudo, filho do Major João Ribeiro Pessoa Montenegro, outro grande benemérito de São Francisco. Francisco Montenegro viria a ser prefeito indicado pelo interventor Carneiro de Mendonça, entre 1934/35, como já visto em postagem anterior; Silvio de Castro, que fez a doação do pára-raios e tantos outros.
Ficara decidido que seria construída agora apenas uma torre, a atual, medindo 36,20 metros de altura. Para uma maior compreensão do fato, transcrevo na íntegra, a narrativa feita por Padre Theógenes Gondim, conforme página 187 do Livro de Tombos da Paróquia de São Francisco de Assis:
“Aos 20 de abril (1931) pela 15:30 horas verificou-se o grande desastre da queda da fachada e torre de nossa Matriz. Desde de 1924 que se notava em uma de suas torres, a do nascente, ... rachaduras. O meu antecessor, Mons. Catão Porfírio Sampaio, para segurança daquela mandou executar consertos, fazendo amarradios com pedras o que não impediram o doloroso desastre que a todos encheu de magua e tristeza sendo a casa de Deus, em grande parte destruída. A generosidade e esforço do povo de São Francisco, porém, não se deixaram vencer pelo desanimo, e, embora estivéssemos atravessando uma época de dificuldades e a safra não ter correspondido à expectativa, todos se uniram com um só pensamento e único desejo de soerguer o templo de Deus, dando-lhe uma feição moderna. Em 4 dias, apenas foi retirado o entulho, não se iniciando, logo, a reconstrução, por falta de meios financeiros e devido também, a época invernosa. A fé e a religiosidade dos são-francisquenses ficaram patenteados nestas obras do conserto da Matriz. Não havendo victima pessoaes, o prejuízo material, no entanto, era vultoso: uma torre e toda fachada destruídas; 10 tesouras e o taboado do coro reduzidos a pedaços, e, com o abalo, a outra torre sobremodo danificada, tornando-se preciso a sua demolição. Falta dos meios para começar a grande obra de reconstrução, fomos bater à porta da generosidade e caridade dos paroquianos e pessoas amigas por meio de cartas, listas, festival, etç. O material de construção – areia, tijolos, madeira para andaime eram transportados de todas as formas pela população em pezo. Em Fortaleza, Major Francisco Ribeiro P. Montenegro, a frente da colônia são-francisquense empolgava sua atividade angariando donativos, esmolas, objectos para uma ...., conseguindo com seus esforços a grande soma de quatro contos de reis (4.000$000) figurando nesta importância o donativo de um conto de réis (1.000$000) doada pelo Cel. Antonio Diogo Siqueira. Ainda por intermédio do Major Montenegro foi confeccionada pelo Sr. Dr. Antonio Gonçalves da Justa, a planta da mimosa torre que hoje ostenta a nossa Matriz. Em princípio de maio (1931) foram iniciadas as obras de reconstrução dirigida pelo competente mestre de obras: João Batista de Souza. Iniciados pelos alicerces, cuja profundidade alcançou a 3 metros com 1 e meio metro de largura e construída de pedra e cal. As obras tomavam um grande impulso a tal ponto de aos 3 de outubro ser a festa do Padroeiro inaugurado o Coro da Matriz. Aos 23 de dezembro coloca-se o Sino e aos 31 de janeiro de 1932, ao cântico de Queremos Deus, a cruz no cimo da torre. Se bem que nesta ocasião chovesse torrencialmente. Em novembro (de 1932) os trabalhos estiveram em risco de serem paralizados por falta de numerários. Aventamos a idéia de, para obter um maior saldo, fazer a festa da Imaculada com Partidos, arrecadando a quantia de Oito contos, quinhentos e sessenta e três mil réis (8.563$000) afora as despezas. Terminada a construção com a aposição da cruz restava a obra de maior vulto: o revestimento. Na expectativa de um bom inverno de um bom inverno em 1932, gastas as ultimas esmolas, deliberamos de acordo com uma comissão comerciantes, tomar por empréstimo a quantia de três contos de réis (3.000$000) para face a despeza da empreita que ajustamos com o mestre das obras, J. Batista. Recorremos ao Cel. Raymundo Coelho, sendo prontamente atendido com a condição de satisfazermos os pagamentos em junho do mesmo ano (1932). A nossa expectativa de um inverno promissor falhou por completo, succedendo a terrível secca de 1932. O dinamismo do Dr. José Américo de Almeida, Ministro, na época, da Viação, e os esforços do modelo dos Interventores que foi o Major Carneiro de Mendonça, etç. Marcam os maléficos effeitos desta seca, conseguindo a verba para a construção de açudes e estradas de rodagem, citando-se entre as obras que mais diretamente nos beneficiaram, a construção do grande reservatório General Sampaio e a rodagem de Fortaleza e Terezina que passaram por esta cidade de São Francisco, atravessar uma parte da serra da Uruburetama. Com a seca e extinto o prazo do empréstimo em dificuldades para solver a divida. Encontramos, então, no Cel. João Teixeira Saraiva, um amigo da Egreja, um católico generoso que nos emprestou sem prazo defenido, a referida quantia. Ainda hoje (Nota 1: 31-12-33) a Matriz lhe deve a importância de 1.000$000 – um conto de réis. Enfim aos 13 de maio de 933 (Nota 2: 1933) tivemos o prazer de ver, se não terminadas as obras de reconstrução, pelo menos, a Egreja em condições de nela serem celebrados os ritos religiosos. É verdade, ainda muito nos resta fazer: mudança de janelas superiores por clarabóias, parapeitos laterais, etç.; esperamos, porem, chegar o mais cedo possível, à conclusão das obras. antes, porem, de terminar este registro não queremos deixar de, com justiça, declinar o nome de católico que desde o inicio esteve a frente dos trabalhos: Olívio Pinto de Mesquita. Dedicando, por completo, a causa de Deus e da Egreja era uma coluna forte, esteio rigoroso em tudo o que se relacionava às da Matriz. Ao seu lado, alem da ????? (incompreensível), cujos nomes a modéstias não permite declinar também se esforçaram pª marcha e boa ordem nos serviços. A torre da Matriz tem 36,20 m de altura, de alto a baixo estucada e amarrada de trilhos ?????. na sua reconstrução e demais obras, como sejam, mosaico, janelões com vidros ??????, etç, o batistério com a respectiva pia batismal; foi gasto a importância de trinta e cinco contos, duzentos e vinte oito mil quatrocentos e cincoenta réis - 38.228$450 - (Nota 3: os valores por extenso e o numeral entre parêntesis, divergem, como podemos observar, fica pois, a dúvida sobre qual o verdadeiro valor realmente foi utilizado na reconstrução da Igreja Matriz). Dentre os donativos recebidos salientado-se 50 sacas de cimento doadas pelo Dr. Fernandes Távora, então Intendente Federal - (1931); 16 trilhos?? dádiva do Maj. João Leal e o auxilio que nos deu o Dr. Plínio Pompeu S. Magalhães no transporte dos trilhos????? e empréstimo de moitões; o Para-raios presenteado pelos Srs. Silvio de Castro e Major Montenegro”.
O presente texto foi finalizado, possivelmente, em julho de 1931, já que, no referido Livro de Tombo, consta como seguinte a esse texto, uma anotação datada de 1º de agosto de 1931.
Devo observar ainda que as notas entre parênteses, 1, 2 e 3 são notas para melhor compreensão, bem como, os sinais de interrogação (?) após algumas palavras, não foram possível identificá-las, no texto.

FRASES DO DIA

“Aprimorar a paciência requer alguém que nos faça mal e nos permita praticar a tolerância”. Dalai Lama

"Tudo já foi dito uma vez, mas como ninguém escuta é preciso dizer de novo."                                                                                  (André Gilde). 

“Antes que  o ´Deserto´ me vença, continuarei a teimar em tentar resgatar a história de Itapajé, mesmo que timidamente!” – Ribamar Ramos. 

“NÃO FOMOS, NÃO SOMOS, E NUNCA SEREMOS ESQUECIDOS”
("NON FUIMOS, NON SUMUS, ET QUI NUNQUAM OBLITI ERIMUS")
(Ten. Cel. João Paulino de Barros Leal - Presidente da Assembléia Legislativa do Ceará, período 1887-1888)

"Quanto a mim escrevo até este ponto; o que depois se passou, talvez outro queira tratá-lo". - Xenofonte.


FONTES:
- Pequena Cronologia de Itapajé (e Taperuaba) - José Ribamar Ramos (Ribas Ramos).
- A Genealogia de Itapajé - Hélio Pinto - 2010.
- Fotos: Arquivo Pessoal de Ribamar Ramos 
(Foto da antiga Matriz doada ao Acervo Pessoal de Ribamar Ramos, por Ecilda Rocha)
- Pesquisa: Ribamar Ramos 

Blogs das Histórias de: Itapajé e Taperuaba:
www.taperuabace.blogspot.com.br 

FACEBOOK: Ribas Ramos

© Ribamar Ramos

JOSÉ RIBAMAR RAMOS

WWW.ITAPAGECE.BLOGSPOT.COM.BR 

WWW.TAPERUABA-CE.BLOGSPOT.COM.BR/

(FAZER CONTATO NO INBOX DO FACEBOOK)


   Ribamar Ramos   
Fortaleza 16 de abril de 2018 
(Publicado originalmente em 29 de maio de 2012
Boa noite / Bom dia      

sábado, 13 de janeiro de 2018


TEÓFILO RAMOS NETO
Aniversário de Nascimento (13/01/1904) e Saudade: 11/11/1998) - 1904/2018 - 104 anos
TEÓFILO RAMOS NETO * 13/01/1904 - +11/11/1998 (94 anos; 9 meses; 4 semanas; 1 dia).

Gostaria de registrar, como muito carinho, a data de aniversário de nascimento de Teófilo Ramos Neto - meu pai (Ribamar Ramos e mais 12 outros irmãos). Teofim, como era mais conhecido exerceu a nobre e magnânima missão de ajudar. Foi até a década de 1990, um dos principais farmacêuticos de Itapajé, Taperuaba e regiões circunvizinhas. Em nome da família, agradeço aos amigos (e Vereadores) de Itapajé, pelo reconhecimento de seu trabalho, dando seu nome a uma Rua em um importante bairro de ITAPAJÉ. Taperuaba, infelizmente, ainda não soube reconhecer os anos de dedicação ao "servir". Se vivo ainda estivesse, hoje (13 jan 2018) Teófilo estaria completando 114 anos. (* 13-01-1904 + 11-11-1998). 
1928

1946



1988 

Teófilo Ramos - ladeado de suas filhas: Enoca - em primeiro plano e Concy - ao fundo seu cunhado Alfredo Bastos)

 1973

CERTIDÃO DE CASAMENTO 
TEÓFILO RAMOS NETO e MARIA BASTOS RAMOS
Em 27 de julho de 1929 


 27 de julho de 1929

1980 
1998

2012


"Se de noite chorares pelo sol, não verás as estrelas". Rabindranath Tagore

"A Nação compõe-se dos mortos que a fundaram e dos vivos que a mantêm" - (Ernesto Renan)



FONTES:
- Pequena Cronologia de Itapajé (e Taperuaba) - Ribamar Ramos
- Fotos: Arquivo Pessoal de Ribamar Ramos 
- Pesquisa: Ribamar Ramos 
- Agradecimento especial ao primo Rarison Mendes


Blog da História de Itapajé e Taperuaba:

www.taperuaba-ce.blogspot.com.br 

FACEBOOK: Ribas Ramos

© Ribamar Ramos

JOSÉ RIBAMAR RAMOS

WWW.ITAPAGECE.BLOGSPOT.COM.BR 

WWW.TAPERUABA-CE.BLOGSPOT.COM.BR/



Ribamar Ramos         
Boa noite / Bom dia!      
Fort.  13 de Janeiro de 2018
(Filho caçula (13º.) de Teófilo e Mariquinha)

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

RAIMUNDO VIEIRA FILHO
O CONSTRUTOR DE SONHOS

Raimundo Vieira Filho


Raimundo Vieira Filho e Dona Josefa de Matos Vieira



RAIMUNDO VIEIRA FILHO 
– O CONSTRUTOR DE SONHOS
 Raimundinho Vieira, como era conhecido em Itapajé e em outras regiões, demonstrou grande poder de liderança, fato que lhe promoveu a administrador dos negócios da família. Foi inicialmente alfabetizado por sua tia, D. Hermelinda, carinhosamente chamada de Tiinha. Continuo seus estudos com a professora D. Fransquinha Porfírio Pinto de Mesquita, professora diplomada, muito conceituada e competente.
Seus irmãos foram estudar na capital, em bons colégios. Raimundinho, no entanto optou em permanecer em São Miguel, exercendo as atividades de comerciante e agropecuarista. A cada dia seu carisma e simpatia cresciam cada vez mais, junto a seus conterrâneos e a quem com ele mantinha um contato mais próximo. Estavam, pois lançados os alicerces de sua longa e profícua carreira política, que só seria interrompido com sua morte, em 1969.
A admiração recebida devia-se a seu modo simples e carinhoso de tratar seus amigos, em especial, os mais humildes. Esses fatos, muito contribuíram, para sua carreira política.
Ingressou na política, por intermédio do Sr. Manuel Luiz da Rocha, no Partido Social Democrático – PSD. Sua humildade não permitiu aceitar, de imediato, a indicação que lhe fora feito, para disputar o cargo de prefeito nas eleições de 1947. Achava que o bloco partidário deveria ser mais fortalecido. Em seu lugar deveria concorrer, seu cunhado, Expedito Matos, genro do Cel. Júlio Pinheiro Bastos, de Santa Cruz. Nessas eleições concorreu e venceu, pois se elegeu vereador, com expressiva votação.
No ano de 1950, contando com apoio incondicional de João da Silva Mota, no Retiro; Luís Forte da Silva, de Pitombeiras; Júlio Pinheiro Bastos, de Santa Cruz; Cassim Dutra, de Irauçuba, que na época era distrito de Itapajé; Manuel Luiz da Rocha, representando as tradicionais famílias Gomes e Rocha; e de dezenas de cabos eleitorais. Seu antagonista era o Sr. Raimundo de Araújo Bastos, o Sr. Mundinho Bastos, da U.D.N.,  Raimundinho vence as eleições e consolida sua liderança política; que só seria interrompida com sua morte.
Via em seus adversários políticos, futuros aliados, por isso sempre os tratava com carinho e respeito. Merece destaque esse modo de cortês de tratar. Dispensava também igual respeito ao Sr. Aristóteles Alves Carneiro, que naquele tempo costumava dizer: “O diabo deste negro de São Miguel não vai perder nunca?”, dizia referindo-se a crescente simpatia que Raimundinho Vieira, angariava diariamente.
No ano de 1954 indicou, para sucedê-lo na prefeitura, o Cel. Júlio Pinheiro Bastos, eleito com folgada margem, Na vacância do cargo de prefeito, devido ao afastamento de Júlio Pinheiro, assume Expedito Matos, que completaria o mandato. Esse fato o impossibilitou Raimundo Vieira Filho, a concorrer à prefeitura, nas eleições seguintes, de 1958. (por ser cunhado de Expedito Matos, que assumira a prefeitura, em substituição a Júlio Pinheiro Bastos).
Com o novo quadro político do momento, assim, Indica seu irmão, José Araújo Vieira, tendo como vice o jovem bacharelando José Airton Rocha, quando pela primeira vez na história de Itapajé aparece a figura de vice prefeito. Zé Vieira foi eleito, também com grande maioria.
Na gestão de seu irmão, foi nomeado secretário da prefeitura, e nessa função, mais uma vez, elege os problemas sociais, em especial, dedicados aos mais humildes. Mais uma vez, para maior aborrecimento de seus adversários, seu prestígio aumenta. 
A liderança de Raimundinho continuava em grande evidência, a ponto de, mais uma vez, indicar os candidatos para disputarem as eleições de 1962. Os candidatos eram os Srs. Luís Forte da Silva e Manoel Deoclides de Sousa. Mais uma vez sua facção partidária saiu vitoriosa, elegendo Luis Forte da Silva. A vitória de seu candidato foi retumbante. 
Em 1966 seus dotes de persuasão foram, mais uma vez, testados. Provou o grande líder e exímio articulador político havia se transformado. Qualidades de político que enxerga longe, sempre deixando boquiabertos os observadores, principalmente os adversários.
Posteriormente conseguiu o que parecia impossível: Unir Deus e o mundo. Os partidos, agora já eram ARENA E M.D.B. Chamou, com anuência dos caciques da extinta U.D.N., Raimundo de Araújo Bastos – Mundim Bastos e Luis Gonzaga Saraiva; o Udenista, José Jauro de Araújo Bastos, para se candidatar a prefeito, tendo, como vice, Dimas Bastos Forte. O próprio Raimundinho se lançaria candidato a Deputado Estadual. A ex U.D.N. e o ex P.S.D., cumpriram seus papeis e ei-lo eleito deputado estadual, com votos de seu município. Gerson Ferreira, fiel companheiro de lutas, comentava na época: “Foi uma lambuja”.
No Livro “Centenário de uma cidade” de Aristóteles Alves Carneiro, existe uma foto – provavelmente do ano de 1956, em que aparece no prédio da atual sede da Prefeitura Municipal, à pintura com o nome: GRUPO ESCOLAR, confirmando que nesse endereço, atual Rua Major Joaquim Alexandre, 140, funcionou por um período bem logo, 1934 - ou um pouco antes, até posteriormente à data da referida fotografia.
As principais denominações foram: Escolas Reunidas de São Francisco de Uruburetama, Escola Ruralista de São Francisco e finalmente, Grupo Escolar.
Raimundinho, quando prefeito, conforme “Lei municipal nº. 173 de 16 de outubro de 1954, a prefeitura, por intermédio do prefeito municipal, Raimundo Vieira Filho, adquire um terreno do Sr. Antônio Vicente Ferreira e de sua mulher Maria Pinto Ferreira, no valor de Cr$ 50.000,00 – (cinqüenta mil cruzeiros) para construir Grupo Monsenhor Catão, na atual Rua Teixeira Pinto”.
Após a construção da sede Própria, que ocorreu em 1953, recebeu o nome de Grupo Escolar Mons. Catão Porfírio Sampaio, em homenagem póstuma a seu idealizador, padre Catão, (7.º Vigário de São Francisco, atual Itapajé).
 Abaixo, algumas outras curiosidades sobre a gestão Raimundinho Vieira: pela n.º 85 de 4 de maio de 1951 – Aquisição de Usina de Força e Luz para o Distrito de Irauçuba, no valor de Cr$ 150.000,00 – ( Raimundo Vieira Filho).
Com a Lei n.º  98  de 7 de novembro de 1951 - Loca verba para calçar com pedras toscas, nas Ruas: Major Joaquim Alexandre, Dr. Hermógenes de Oliveira - (atual Dom Aureliano Matos), travessa Benjamim Barroso (atual Trav. José Cláudio) e praça da Matriz – (Manuel Luís da Rocha).
Já a Lei n.º 112 de 3 de outubro de 1952 – Autoriza a prefeitura, através do prefeito municipal, Raimundo Vieira Filho, a comprar o prédio pertencente a Paróquia São Francisco de Assis, por intermédio de seu pároco Pe. José Theógenes Gondim, onde seria a sede da prefeitura e que funcionava uma escola. – O antigo Grupo Escolar), lei sancionada por Raimundo Vieira Filho.

A Lei n.º  116  de 8 de novembro de 1952 – Considera de Utilidade pública o Patronato São José – a Lei diz – A Câmara Municipal de Itapajé decretou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei - Art. 1.º - Fica considerado de utilidade pública o Patronato São José, fundado nesta cidade em fevereiro de 1946. Art. 2.º - A presente Lei entrará em vigor na data de sua publicação ou fixação, revogadas as disposições em contrário. Paço da Prefeitura Municipal de Itapajé, 8 de novembro de 1952 - (Raimundo Vieira Filho). Pela Lei n.º 10.005 da Assembléia Legislativa, em projeto enviado pela Deputada Zélia Mota, Publicada em 13/05/1976: (Também) Considera de utilidade pública O PATRONATO SÃO JOSÉ, em Itapajé - Ceará.

Pela Lei n.º  160  de 18 de junho de 1954 - A Prefeitura Municipal de Itapajé faz a doação de um terreno no bairro Saquinho - (atual bairro de Fátima), adquirido de Francisco Peixe da Natividade, medindo um hectare. A doação foi feita ao Governo do Estado - (1954 - 1955 - Stênio Gomes da Silva), para a construção do Grupo Escolar Professora Estefânia Matos (e que viria a ser construído na gestão de Jauro Bastos 1966/70) – (Raimundo Vieira Filho).

A Lei n.º 182 (municipal) de 12 de novembro de 1954 - Altera a Lei n.º 56 de 13 de outubro de 1949, que cria Empresa Municipal de Luz e Força. Cancela o abatimento de 50% do preço da energia, aos funcionários públicos, Estaduais e Federais. (já na gestão de Raimundo Vieira Filho).

Com a Lei n.º  173  de 16 de outubro de 1954 - A prefeitura, através do prefeito municipal, Raimundo Vieira Filho, adquire um terreno do Sr. Antônio Vicente Ferreira e de sua mulher Maria Pinto Ferreira, no valor de Cr$ 50.000,00, onde será construído o Grupo Monsenhor Catão, na atual Rua Teixeira Pinto. – (Raimundo Vieira Filho).
Quando Vereador, Raimundinho era freqüentador assíduo nas sessões da Câmara Municipal de Itapajé, nas datas abaixo, estavam presentes os seguintes vereadores. (Obs: aqui é considerada o final da gestão: Francisco Teixeira Braga).

Dia 6 de Março de 1950:

·        Manoel Luís da Rocha – Presid. Câmara
·        José Augusto Rocha e Silva
·        Antônio Ferreira Primo
·        Raimundo Rufino Gomes
·        Raimundo Vieira Filho
·        Antônio Cavalcante Ribeiro

Dia 7 de Março de 1950:

·        Manoel Luís da Rocha – Presid. Câmara
·        José Augusto Rocha e Silva
·        Antônio Ferreira Primo
·        Raimundo Rufino Gomes
·        Raimundo Vieira Filho
·        Antônio Cavalcante Ribeiro

Dia 13 de Março de 1950:

·        Manoel Luís da Rocha – Presid. Câmara
·        Raimundo Vieira Filho
·        Antônio Cavalcante Ribeiro
·        Raimundo Rufino Gomes
·        Antônio Ferreira Primo
·        Paulo Rodrigues Bastos
·        Juvêncio de Paulo Bastos

Dia 20 de Março de 1950:

·        Manoel Luís da Rocha – Presid. Câmara
·        Raimundo Vieira Filho
·        Raimundo Rufino Gomes
·        Raimundo Barrozo Bastos
·        Antônio Ferreira Primo

Dia 21 de Março de 1950:

·        Manoel Luís da Rocha – Presid. Câmara
·        Raimundo Vieira Filho
·        Raimundo Rufino Gomes
·        Antônio Ribeiro Cavalcante
·        Antônio Ferreira Primo

Dia 27 de Março de 1950:

·        Manoel Luís da Rocha – Presid. Câmara
·        Raimundo Vieira Filho
·        Raimundo Rufino Gomes
·        Antônio Ferreira Primo
·        Juvêncio de Paulo Bastos
Gostaria de esclarecer que a relação acima, sobre a presença de Raimundinho tem o objetivo de mostrar o zelo que tinha para com o exercício do mandato delegado pelo povo de sua terra.
Raimundinho faleceu em Iratinga, no dia 31 de março de 1969 – Segunda feira, cercado por seus familiares e amigos. Encerrava-se ali a grande influência, tanto social quanto política de Itapajé. Era tido como uma espécie de Getúlio Vargas, dado sua atuação junto ao homem pobre. Foi casado com a Sra. Josefa de Matos Vieira, tendo com esta, três filhos.

PENSAMENTOS DO DIA

“Nada no mundo se compara à persistência. Nem o talento; não há nada mais comum do que homens malsucedidos e com talento. Nem a genialidade; a existência de gênios não recompensados é quase um provérbio. Nem a educação; o mundo está cheio de negligenciados educados. A persistência e determinação são, por si sós, onipotentes. O slogan "não desista" já salvou e sempre salvará os problemas da raça humana.” – Calvin Coolidge

POR HOJE É O QUE TENHO PARA CONTRIBUIR, MESMO QUE MODESTAMENTE, PARA UM MELHOR CONHECIMENTO DA HISTÓRIA DE ITAPAJÉ. (Ribamar Ramos)


“NÃO FOMOS, NÃO SOMOS, E NUNCA SEREMOS 
ESQUECIDOS”
"NON FUIMOS, NON SUMUS, ET QUI NUNQUAM OBLITI ERIMUS"
(Ten. Cel. João Paulino de Barros Leal - Presidente da Assembléia Legislativa do Ceará, período 1887-1888)

"Quanto a mim escrevo até este ponto; o que depois se passou, talvez outro queira tratá-lo". - Xenofonte.


Por hoje é só! Voltaremos em uma próxima oportunidade!

 (José) Ribamar Ramos
Fort. 9 de novembro de 2017- Quinta feira
Bom noite - Boa dia
Ribamar Ramos